"Agente cresce em um instante, em um dia estamos de frauda em outro vamos embora , mas as recordações da infância ficam conosco por toda a vida."
Segunda-feira foi um dia que a nostalgia veio forte... tive uma dor de cabeça forte, acabei voltando para casa logo após o almoço.
Para minha surpresa meu pai não iria sair naquela tarde e minhã mãe tambem estava em casa, entrei, subi e fiquei no computador terminando um texto para mandar pr'O Povo , com pouco tempo minha mãe sobe e me pergunta se estou melhor, e me traz remédio e água.
Saiu do computador e vou ver televisão, na cama dos meus pais, é claro! Meu pai teve que aguentar assistir horas e horas de cartoon network.
Assistindo televisão ele me perguntou se nunca na vida eu ia deixar de ver desenhos animados e ele começou a lembrar de quando chegava do trabalho e lá ia eu, pequeno (bem pequeno no tamanho), correndo pra pular na corcunda dele pra abraçá-lo, quando todas as manhãs os três filhos iam para junto da rede dele para ouvir as mesmas 3 histórias do Popeye, ele fazer cocegas na gente e dar beijo em todos antes de sair para trabalhar.
E passamos umas 2 horas conversando de fatos que passamos juntos, como o dia em que ele levou nós três para andarmos de trem pela primeira (e única) vez, até bem pouco tempo, antes de trabalhar e voltar de trem todos os dias. Fora as bilhões de vezes que eu o obriguei a ir ao aeroporto só para ficar sentado no batente junto à grade do terraço para ficar vendo aviões pousarem e decolarem, ou tantas foram as vezes que invadi o espaço de chegada dos passageiros para recepcioná-lo antes de todos.
No fim da tarde, fui assistir
Anos IncrÃveis no Multishow, caramba, tudo o que faltava para completar o dia. Era o primeiro dia do Kevin no segundo grau, a solidão que todos sentimos, como nos sentimos jogados ali e achamos que ninguém está passando por aquilo, unicamente você, até notar que todos passamos juntos por essas coisas. Ele passava o episodio inteiro no nosso jeito mazela de ser, no final ele num ato de pura raiva resolve se libertar e então vê que todos queriam as mesmas coisas.
Putz, que dia... a dor de cabeça da loucura de ser "grande" me fez ter esse dia... tudo nem sempre é tão mal assim.
Segunda-feira foi um dia que a nostalgia veio forte... tive uma dor de cabeça forte, acabei voltando para casa logo após o almoço.
Para minha surpresa meu pai não iria sair naquela tarde e minhã mãe tambem estava em casa, entrei, subi e fiquei no computador terminando um texto para mandar pr'O Povo , com pouco tempo minha mãe sobe e me pergunta se estou melhor, e me traz remédio e água.
Saiu do computador e vou ver televisão, na cama dos meus pais, é claro! Meu pai teve que aguentar assistir horas e horas de cartoon network.
Assistindo televisão ele me perguntou se nunca na vida eu ia deixar de ver desenhos animados e ele começou a lembrar de quando chegava do trabalho e lá ia eu, pequeno (bem pequeno no tamanho), correndo pra pular na corcunda dele pra abraçá-lo, quando todas as manhãs os três filhos iam para junto da rede dele para ouvir as mesmas 3 histórias do Popeye, ele fazer cocegas na gente e dar beijo em todos antes de sair para trabalhar.
E passamos umas 2 horas conversando de fatos que passamos juntos, como o dia em que ele levou nós três para andarmos de trem pela primeira (e única) vez, até bem pouco tempo, antes de trabalhar e voltar de trem todos os dias. Fora as bilhões de vezes que eu o obriguei a ir ao aeroporto só para ficar sentado no batente junto à grade do terraço para ficar vendo aviões pousarem e decolarem, ou tantas foram as vezes que invadi o espaço de chegada dos passageiros para recepcioná-lo antes de todos.
No fim da tarde, fui assistir
Anos IncrÃveis no Multishow, caramba, tudo o que faltava para completar o dia. Era o primeiro dia do Kevin no segundo grau, a solidão que todos sentimos, como nos sentimos jogados ali e achamos que ninguém está passando por aquilo, unicamente você, até notar que todos passamos juntos por essas coisas. Ele passava o episodio inteiro no nosso jeito mazela de ser, no final ele num ato de pura raiva resolve se libertar e então vê que todos queriam as mesmas coisas.
Putz, que dia... a dor de cabeça da loucura de ser "grande" me fez ter esse dia... tudo nem sempre é tão mal assim.
