abriu a porta... estava escuro e umido aquele local, ele nao sabia onde estava, era familiar mas bem estranho, tateava tentando encontrar na parede o que sabia exatamente onde estava, mas os interruptores nao estavam la e tudo estava escuro.. no chao nao mais azulejos e sim terra, molhada, como se ali agora ja nao fosse o seu lar. ele sabia, teria que seguir... voltar atras ja nao haveria como, ele tinha medo, decerto, o medo escondido de quem diz que eh forte e todos acreditam.
andou por horas a fio... seguia um caminho no meio das arvores, o concreto sumiu, as luzes foram-se... so seguia por instinto, instinto de viver. dos lados, apenas o silencio da noite, o barulho da selva que o cobria, mas deixava agora a lua entrar por entre suas palmas, altas, inalcancaveis..
a cada hora que passava encontrava novos obstaculos, o que lhe fez lembrar-se de quao tranquilo era passar a tarde jogando pitfall em sua sala de casa enquanto esperava os pais chegarem. os pernas ja sofriam as dificuldades do terreno, o sangue nas maos dava uma cor, vermelha, aquela noite estranha...
de repente viu um lago... do outro lado uma pequena cabana e o dancar de uma vela dizia que ali havia luz... o que ele mais queria, mas teria que nadar, o nado frio... o nada frio... o que era tao intransponiÂvel quanto o frio.. ele desistiu.. mas lavou as maos, mais uma vez.. como se nao fosse culpa sua... voltou pelo caminho mais certo.. e por quase ja conhecer o caminho perdeu-se de novo
e, quatro caminhos... ele quis escolher o primeiro que pensou.. mas ficou com o segundo... e errou... mas dali vinha, senao a saida, uma esperanca... uma parede de pedras.. difcil, mas uma chance de subir... ele tentou da primeira vez.. cansaco ja se via nele.. tentativa em vao... mas na segunda conseguiu... la de cima via alguns caminhos que ele teria de escolher.. a lua no ceu brilhava mas nada estava claro... ele parecia muito alto, fazia frio e ele se sentia so, extremamente so..
e eu acordei para mais um dia de domingo, estranhamente cedo, sem entender... o que aquilo significava...
(fer, minha prima... sei que voce nunca vai ler isso... eu sei porque, mas nao sei explicar, esse texto sem nexo eu dedico a voce)
andou por horas a fio... seguia um caminho no meio das arvores, o concreto sumiu, as luzes foram-se... so seguia por instinto, instinto de viver. dos lados, apenas o silencio da noite, o barulho da selva que o cobria, mas deixava agora a lua entrar por entre suas palmas, altas, inalcancaveis..
a cada hora que passava encontrava novos obstaculos, o que lhe fez lembrar-se de quao tranquilo era passar a tarde jogando pitfall em sua sala de casa enquanto esperava os pais chegarem. os pernas ja sofriam as dificuldades do terreno, o sangue nas maos dava uma cor, vermelha, aquela noite estranha...
de repente viu um lago... do outro lado uma pequena cabana e o dancar de uma vela dizia que ali havia luz... o que ele mais queria, mas teria que nadar, o nado frio... o nada frio... o que era tao intransponiÂvel quanto o frio.. ele desistiu.. mas lavou as maos, mais uma vez.. como se nao fosse culpa sua... voltou pelo caminho mais certo.. e por quase ja conhecer o caminho perdeu-se de novo
e, quatro caminhos... ele quis escolher o primeiro que pensou.. mas ficou com o segundo... e errou... mas dali vinha, senao a saida, uma esperanca... uma parede de pedras.. difcil, mas uma chance de subir... ele tentou da primeira vez.. cansaco ja se via nele.. tentativa em vao... mas na segunda conseguiu... la de cima via alguns caminhos que ele teria de escolher.. a lua no ceu brilhava mas nada estava claro... ele parecia muito alto, fazia frio e ele se sentia so, extremamente so..
e eu acordei para mais um dia de domingo, estranhamente cedo, sem entender... o que aquilo significava...
(fer, minha prima... sei que voce nunca vai ler isso... eu sei porque, mas nao sei explicar, esse texto sem nexo eu dedico a voce)
